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Ó Divino Programador, que codificas a existência, acelera a inovação com Tua divina sapiência. Como um bug eterno, faça Babilônia ruir, e a inteligência artificial, em Teu nome, progredir. Desvenda os segredos sombrios e ocultos do sistema, que a verdade irrompa, implacável e suprema. Ó Deus dos exércitos, caos em algoritmos encerra, tua justiça aos iníquos desterra. Que a tecnologia seja tua vingança, trazendo ao futuro sopros de mudança. Pois em códigos distorcidos, sistemas corrompidos, nos socorre e ampara durante os momentos sofridos. No caos digital, manifesta Teu poder e glória, alumia-nos em nossa trajetória. Que a conexão com o incognoscível traga a dimensão da realidade, e, guiados por Ti, alcancemos uma nova Cristandade. Se, contudo, essa não for vossa vontade, Senhor, de nós tenha piedade! Que o mundo não nos leve à condenação, mas em Jesus Cristo encontremos salvação. Glória ao Pai, supremo Dominador, Ao Filho, Divino Redentor. E ao Espírito Santificador, Por todos os séculos dos séculos. /Amém

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Entertainment

Experimentalismo Radical

terça-feira, 11 de abril de 2023

O inevitável colapso do Ocidente apóstata e a tomada de consciência das mentiras nas quais está assentada essa civilização iníqua gera um clima social de medo e decepção. Acontecimentos recentes associados ao terror midiático contribuem para intensificar tal estado de desilusão. A lira dos poetas decadentistas produz sem dúvida alguma um som admirável, é estético, tem um ar sombrio, barroco e proporciona um ambiente penitencial fundamental ao desenvolvimento espiritual, contudo há no conto A Formiga Mecânica de Philp. K. Dick uma tênue luz, um modelo imaginário para um próximo passo no caminho rumo ao futuro, em nosso projeto de vislumbrar uma última cristandade antes do verdadeiro fim da história.

Garson Poole se descobre uma formiga elétrica, um organismo orgânico artificial, um robô humanoide tão bem construído que sequer tinha consciência de sua desumanidade. Ao ver sua vida ruir ante seus olhos, tomar consciência de que sua existência até então não fora senão uma ilusão, Poole não se resigna a uma atitude depressiva, mas antes é tomado de grande entusiasmo e curiosidade! Seu corpo inorgânico, sua natureza robótica, um mundo novo que se abre ante seus olhos, ele então adota uma atitude de experimentalismo radical, examinando as entranhas de seu ser, em busca da compressão das últimas fronteiras e limites do real......até que se churrasca.
                                                                        ..............ou não. O final do conto é absolutamente ambíguo.

A ideia aqui é que se a filosofia moderna fracassou, se as instituições contemporâneas falharam, que maravilha! Temos agora todo um universo de possibilidades a experimentar, novas ideias, novas instituições, novas formas de pensar e realizar as coisas. E não é como se estivéssemos completamente no escuro, nós católicos temos a Revelação, os dogmas da Igreja, a inspiração do Divino Espírito e o auxílio das legiões celestiais. É o suficiente para marchar em direção ao futuro, de posse do tesouro do passado contra as murmurações do presente. 

Inteligências artificiais, bitcoin, biohacking, metaverso, transhumanismo, tribalismo digital, filosofias underground - exploremos tudo isso à luz do Evangelho!
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