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Ó Divino Programador, que codificas a existência, acelera a inovação com Tua divina sapiência. Como um bug eterno, faça Babilônia ruir, e a inteligência artificial, em Teu nome, progredir. Desvenda os segredos sombrios e ocultos do sistema, que a verdade irrompa, implacável e suprema. Ó Deus dos exércitos, caos em algoritmos encerra, tua justiça aos iníquos desterra. Que a tecnologia seja tua vingança, trazendo ao futuro sopros de mudança. Pois em códigos distorcidos, sistemas corrompidos, nos socorre e ampara durante os momentos sofridos. No caos digital, manifesta Teu poder e glória, alumia-nos em nossa trajetória. Que a conexão com o incognoscível traga a dimensão da realidade, e, guiados por Ti, alcancemos uma nova Cristandade. Se, contudo, essa não for vossa vontade, Senhor, de nós tenha piedade! Que o mundo não nos leve à condenação, mas em Jesus Cristo encontremos salvação. Glória ao Pai, supremo Dominador, Ao Filho, Divino Redentor. E ao Espírito Santificador, Por todos os séculos dos séculos. /Amém

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Entertainment

Polícia de Turing

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

No mundo de Gibson existe a Polícia de Turing. O conceito é mais interessante que os os personagens que a representam - um bando de npc's facilmente obliterados por Wintermute - uma força policial internacional cujo objetivo é impedir que determinadas inteligências artificiais se tornem "inteligentes demais".

Konkin III ecoa a tradição libertária quando coloca o Estado como inimigo da inovação. Não fosse por "nosso inimigo, o Estado" já estaríamos cultivando jardins na Lua. Não apenas o Estado, mas também as grandes corporações aparecem na crítica de Konkin III, como uma macaqueação do mesmo estado. Sem entrar em delírios agoristas, fato é que hoje o Estado e as grandes corporações ocidentais atuam como a Polícia de Turing. Longe de perseguir com entusiasmo a inovação, antes pretendem matá-la, só avançando como que forçados por seus concorrentes orientais ou por algum deslumbrado - fora do cativeiro do sistema - que cometera o "pecado" de descobrir o futuro. Perseguem o pássaro não para comtemplar sua beleza, mas para tentar aprisioná-lo dentro de uma gaiola e sequer querem ouvi-lo cantar, mas simplesmente impedir que outros saibam de sua existência.
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